A vida é um jogo de interesses. E por quê não?! Todos peças de um jogo, movidos por mãos de interesses e estratégias. E por que não?! Como num jogo de xadrez... E como joga-se xadrez? Não sei. E como joga-se a vida? Tampouco. Joga-se. Pronto. Sem regras sobre as regras. Há regras? Implícitas. E por que não?!
Somos todos peões com auto-pseudo-status de reis e rainhas. Mas qual o valor de um peão? (Ainda aprendo xadrez!)
Desconhecedora de xadrez como do jogo da vida. Será que ganha-se em ambos? Xeque mate! E por que não?! Objetivos alcançados, jogo ganho... Será?! (Ainda aprendo xadrez!)
Jogo da vida, interesses “mis”, inúmeros objetivos a alcançar. Decididamente esse não se ganha. Nem se perde. Pobres de espírito aqueles que pensam que estão ganhando por “sobreviverem” apenas. Respirar, viver, morar, comer, vestir. Pronto, jogo ganho. Chronos. Balela!
O interessante é o jogo em si e por si. Jogar é ganhar. Ter sempre objetivos após objetivos. Vidas, moedas, abasteça para continuar a corrida. Don`t stop!
E a vida, esse jogo de interesses – positivos ou não, de acordo com quem joga – só é plena e válida quando joga-se a dois ou em grupo, dependendo da fase do jogo.
Mas, cuidado! Não confunda as fases... a dois é A DOIS! Em grupo é em grupo. Nunca mesclam-se, porém coexistem. E por que não?!
Ainda aprendo xadrez!
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Este post é um compromisso. Posto para quem presenciou a criação deste texto e o elogiou bastante. Pessoa muito importante para mim e cuja opinião é essencial. Espero que este amigo "Anonymous" continue freqüentando este humilde blog.
Sweetheart, vc ainda é muito importante para mim e sempre será. Pretendo ter tua eterna amizade.
Be happy...
sábado, 31 de julho de 2004
segunda-feira, 19 de julho de 2004
Confissões de amor
Amo. Louca, torta, intensa e insanamente. Queria, por Deus, não amar. Juro! Mas é mais forte... Meu racional ama, meu passional ama. Pronto, eis toda minha alma exposta. Eis meu maior segredo revelado. Inclusive para mim. (Lágrimas!)
Amo quem? Ora! Quem seria? Não se faça de rogado... Sabes bem.
É por medo de amar e do próprio amor... Por não suportar a ausência da pessoa que conheci, que me calo. Aproveito os minutos – horas (graças!) – ao lado desta outra pessoa em quem se transformou meu amado. Sinto seu amor - era isso? – esvaindo-se. Afasta-se. Frio. Namorados? De jeito nenhum. Amigos que eventualmente se amam (Eros). Que pena.
”Não” ao compromisso. Insegurança. Vive aí que eu vivo aqui... Se couber, te encaixo... Balela!
Tento recuperar o sentimento. Envio novamente antigos poemas compartilhados. Não surte efeito. Em vão. Que pena.
Quero tudo como era! Quero a certeza da escolha de volta! Quero não amar mais! Quero ser feliz! Quero não querer tanto! Te quero!
Porque essa palavra, tradutora de tão leve sentimento, tem tanto peso? Porque a tememos tanto? Temo também, mais uma vez confesso!
Confesso também minhas preces para não perder esse amor que pensei ter possuído. Acho que não fui merecedora de tamanha dádiva.
Mas o amor não é prisão. Liberte-se! Na alma, no coração. Afasta-te, se é esse o teu desejo. Não me oporei. É a tua vida. Poderia ser a “nossa”... Ainda não. Não quero atrapalhar...
Ah! Como é importante a intertextualidade que nos permite confissões e não nos livra das penitências.
Amo quem? Ora! Quem seria? Não se faça de rogado... Sabes bem.
É por medo de amar e do próprio amor... Por não suportar a ausência da pessoa que conheci, que me calo. Aproveito os minutos – horas (graças!) – ao lado desta outra pessoa em quem se transformou meu amado. Sinto seu amor - era isso? – esvaindo-se. Afasta-se. Frio. Namorados? De jeito nenhum. Amigos que eventualmente se amam (Eros). Que pena.
”Não” ao compromisso. Insegurança. Vive aí que eu vivo aqui... Se couber, te encaixo... Balela!
Tento recuperar o sentimento. Envio novamente antigos poemas compartilhados. Não surte efeito. Em vão. Que pena.
Quero tudo como era! Quero a certeza da escolha de volta! Quero não amar mais! Quero ser feliz! Quero não querer tanto! Te quero!
Porque essa palavra, tradutora de tão leve sentimento, tem tanto peso? Porque a tememos tanto? Temo também, mais uma vez confesso!
Confesso também minhas preces para não perder esse amor que pensei ter possuído. Acho que não fui merecedora de tamanha dádiva.
Mas o amor não é prisão. Liberte-se! Na alma, no coração. Afasta-te, se é esse o teu desejo. Não me oporei. É a tua vida. Poderia ser a “nossa”... Ainda não. Não quero atrapalhar...
Ah! Como é importante a intertextualidade que nos permite confissões e não nos livra das penitências.
quarta-feira, 14 de julho de 2004
Pretensão
A vida se apresenta de formas diferentes a cada dia. Um nascer do sol nunca é igual ao do dia anterior. Seres humanos nascem, crescem, morrem, evoluem, involuem, estagnam... a todo momento. “Y así pasan los días”.
Tentamos dar um sentido às nossas vidas, aos nossos dias. Mas ignoramos solenemente que não há um único sentido. Cada ato, fato, palavra, sentimento, relacionamento é, em si, um sentido, um motivo, uma missão, um prazer... Basta estarmos atentos aos sinais: um amigo, um livro, uma música, um poema, um amor... um olhar.
Pobres mortais somos, tentando descobrir o óbvio, tentando escavar o que está na superfície. A vida é tudo o que nos cerca. E o sentido é tudo o que vivemos. Se for com conteúdo... tanto melhor.
Tentando entender o ininteligível, somos tão pretensiosos.
Tentamos dar um sentido às nossas vidas, aos nossos dias. Mas ignoramos solenemente que não há um único sentido. Cada ato, fato, palavra, sentimento, relacionamento é, em si, um sentido, um motivo, uma missão, um prazer... Basta estarmos atentos aos sinais: um amigo, um livro, uma música, um poema, um amor... um olhar.
Pobres mortais somos, tentando descobrir o óbvio, tentando escavar o que está na superfície. A vida é tudo o que nos cerca. E o sentido é tudo o que vivemos. Se for com conteúdo... tanto melhor.
Tentando entender o ininteligível, somos tão pretensiosos.
sábado, 10 de julho de 2004
Intertextualidade
Eis que o bicho do silêncio público/oral me picou e, em contra-partida, o bicho da manifestação escrita veio dar-me o antídoto parcial. Melhoro, não me curo.
Fala-se melhor com os olhos e com o coração, penso assim. Mas como tornar público? E para quê tornar público? Enfim, escrevo, somente.
Palavras, o vento leva... já diz o “lugar comum” – mas só as pronunciadas, pois o som se propaga no ar. Então, palavras no papel estariam meio-seguras? Quem sabe? Prendo-as. Acorrento-as num papel, antes, num papiro (virtual). Enrolo e guardo na mente alheia para que não se perca. Como “batatinha quando nasce”. Que todos saibam! Que nunca morra. Que não mais “espalhe a rama”. Que “se esparrame”. Assim permito. Se me for permitido permitir qualquer coisa.
Clarice inspira. E expira vida. Fernando Sabino, Fernando Pessoa, Luiz Fernando Veríssimo... Fernandos, quantos! São sempre muito importantes em nossas vidas... Deveríamos prestar mais atenção a todos os Fernandos. Os bons e os maus. Os gordos e os magros. Os brancos e os negros. Os que escrevem e os que filosofam. E os outros nomes, não têm importância? Claro que têm: São todos Fernandos, por assim dizer. Os Josés, os Joões, os Marcelos, os Ronaldos... São todos Fernandos. Ah! Como é santa a falta da intertextualidade que nos salva das confissões e nos livra das penitências.
Ando tão calada ultimamente. Vivas por isso! Vivo por isso. (Fogos explodem!!!)
E a frase não me sai da cabeça: “Ultimamente têm passado muitos anos.” (R.B.)
Fala-se melhor com os olhos e com o coração, penso assim. Mas como tornar público? E para quê tornar público? Enfim, escrevo, somente.
Palavras, o vento leva... já diz o “lugar comum” – mas só as pronunciadas, pois o som se propaga no ar. Então, palavras no papel estariam meio-seguras? Quem sabe? Prendo-as. Acorrento-as num papel, antes, num papiro (virtual). Enrolo e guardo na mente alheia para que não se perca. Como “batatinha quando nasce”. Que todos saibam! Que nunca morra. Que não mais “espalhe a rama”. Que “se esparrame”. Assim permito. Se me for permitido permitir qualquer coisa.
Clarice inspira. E expira vida. Fernando Sabino, Fernando Pessoa, Luiz Fernando Veríssimo... Fernandos, quantos! São sempre muito importantes em nossas vidas... Deveríamos prestar mais atenção a todos os Fernandos. Os bons e os maus. Os gordos e os magros. Os brancos e os negros. Os que escrevem e os que filosofam. E os outros nomes, não têm importância? Claro que têm: São todos Fernandos, por assim dizer. Os Josés, os Joões, os Marcelos, os Ronaldos... São todos Fernandos. Ah! Como é santa a falta da intertextualidade que nos salva das confissões e nos livra das penitências.
Ando tão calada ultimamente. Vivas por isso! Vivo por isso. (Fogos explodem!!!)
E a frase não me sai da cabeça: “Ultimamente têm passado muitos anos.” (R.B.)
Estréia no Blog!
Às vezes acho que desejo mais do que posso realizar. Sigo os meios que se apresentam, faço todo o possível, envido esforços, liberto-me do que me afasta do objetivo e o fim fica pior. Fim de semestre, fim de curso, fim do mundo. Fim.
Começo. Recomeço. Todo dia. E a vida é isso: Morre-se ao fim do dia para nascer com a aurora seguinte. Com uma nova missão, um novo projeto e o constante livre-arbítrio.
Nasce o novo, morre o velho. 24 horas. Bem que o dia podia ter 28, 30, 40 horas. Ainda assim, quereria mais.
Querer muito, não é querer muitos.
Começo. Recomeço. Todo dia. E a vida é isso: Morre-se ao fim do dia para nascer com a aurora seguinte. Com uma nova missão, um novo projeto e o constante livre-arbítrio.
Nasce o novo, morre o velho. 24 horas. Bem que o dia podia ter 28, 30, 40 horas. Ainda assim, quereria mais.
Querer muito, não é querer muitos.
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