sábado, 3 de março de 2007

Encontro de almas

O dia findava quando o amor os tocou. (Sentimento ou ação, pouco importa)

A chuva os tentou dissuadir. O chronos também. Mas “O Rei dos Hunos” foi bravo e venceu as águas, mudando a história. Venceu barreiras e escalou montes. Parecia que a natureza não estava a favor. Tolice! A natureza de ambos soube aflorar perfeitamente e se encontraram onde os corpos se tornam um só e onde as almas se tocam. No ápice do calor humano. Onde os corações se encontram.

Ela morreu. Várias vezes, inclusive. Ele, sempre vivo, não dormia. E não morria. Só sorria.

E ambos sorriam um sorriso de interação e prazer. Um sorriso de completude e delicadeza. Um sorriso de malícia e volúpia. Olhos nos olhos. E longos abraços de calmaria...

Ela acalmou-se. Ele, não.

Trevas os envolveram, contudo são iluminados e de suas mãos saiam luzes que elucidavam seus corpos e os ferviam, e os incendiavam.

Ele acalmou-se.

Então uma chuva fria os banhou e os recompôs.


Carinho. Paz. Sorrisos. E muito beijos apaixonadíssimos...

Um comentário:

Unknown disse...

AM, vim super curiosa ver o texto...
:P

eu ja conhecia esse né?
ou estou lendo o texto errado?
xiiiiiiiii

rs

bjs
esse lande de encontros de alma dá trab... principalmente qdo os signos nao se encontram... hauhauhua