Como se faz para esvaziar a cabeça quando se tem um turbilhão nela?
Como se faz para esvaziar um coração que transborda as mais variadas emoções? Que de tantas vive apertado. Aos saltos. Aos pulos.
Como se faz quando se quer mais do que se tem? E quando se tem mais do que se julga merecedor?
Como se faz quando um passo se dá após o outro na direção certa, mas os olhos estão no horizonte que fica, e não no que vem?
Como a certeza do certo se parece tão incerta?
Como atender ao julgamento sem culpa? Como não culpar-se do feito e do não-feito? (Ou do desfeito?)
Como não derrubar lágrimas à noite pelo riso do dia?
Por que a felicidade parece distante dela mesma?
Por que tudo o que busco é do que mais me quero afastar?
(Por que?)
Como se faz para esvaziar um coração que transborda as mais variadas emoções? Que de tantas vive apertado. Aos saltos. Aos pulos.
Como se faz quando se quer mais do que se tem? E quando se tem mais do que se julga merecedor?
Como se faz quando um passo se dá após o outro na direção certa, mas os olhos estão no horizonte que fica, e não no que vem?
Como a certeza do certo se parece tão incerta?
Como atender ao julgamento sem culpa? Como não culpar-se do feito e do não-feito? (Ou do desfeito?)
Como não derrubar lágrimas à noite pelo riso do dia?
Por que a felicidade parece distante dela mesma?
Por que tudo o que busco é do que mais me quero afastar?
(Por que?)
Janaina Freitas.
25/10/2010.
22:58
