Você que não sabe perder. Não sabe de nada. Da vida, do acaso, do amor e do sucesso.
Você que tem medo da morte. medo da vida. Medo da sorte. De estar errado ou certo.
Você que acata, encanta e acalanta. que no alto da noite me levanta. Que suplanta.
Você que não mente. Se defende. Me arrepende. Urgente.
Você. E não mais nós.
sexta-feira, 20 de maio de 2005
domingo, 1 de maio de 2005
PARADOXO
Pois bem. Eis o fim daquela história, anteriormente postada com o título de “História Sem Fim”.
Aos amigos não explico, pois não há explicação plausível, mas informo, conto, desabafo. E aos inimigos, bem... A estes, nada. Pois, se existem, “eles passarão” (mas não por aqui) “e eu passarinho”.
“Um belo dia, reaparece na vida daquela não-mais-adolescente, aquele, hoje, homem.
Ele liga e vai vê-la em sua casa. Ela está sozinha em casa, mas não na vida, tampouco no coração.
O homem a indaga sobre sua vida afetiva e ela não esconde a verdade. Ele informa que está só. E pronto a abrir sua vida para que a história iniciada no segundo grau seja continuada. E é insistente. Persistente.
Atordoada e atabalhoadamente, esta “novamente-amor-adolescente” – após muitos conflitos emocionais e sentimentais – desfaz seu compromisso e entrega-se à PROMESSA de uma vida com passado, presente e FUTURO (Kairós).
Casamento. Igreja. Terreno. Planta da casa. Previsões. Planos.
Aniversário. Cobrança. Pronto!
Início do fim.
Depressão. Afastamento.
Choro.
E tudo cai por terra. Após três meses (Chronos) do mais puro e sincero amor.
(“Acho que o problema é esse: Voçê me conhece demais”)
Os amigos não entenderam.
O homem não se entende.
Ela, muito menos.
Destino aceito. PONTO."
E no final das contas, a Elaina que estava certa. Foi a única a dizer: “Não faça isso que você vai se arrepender”.
Mas talvez só faltasse mesmo isso: O PONTO FINAL.
Ei-lo: (.)
Espero poder voltar a velejar por mares já dantes navegados. Um dia. Quem sabe?! Será?!
Seize the day!
Aos amigos não explico, pois não há explicação plausível, mas informo, conto, desabafo. E aos inimigos, bem... A estes, nada. Pois, se existem, “eles passarão” (mas não por aqui) “e eu passarinho”.
“Um belo dia, reaparece na vida daquela não-mais-adolescente, aquele, hoje, homem.
Ele liga e vai vê-la em sua casa. Ela está sozinha em casa, mas não na vida, tampouco no coração.
O homem a indaga sobre sua vida afetiva e ela não esconde a verdade. Ele informa que está só. E pronto a abrir sua vida para que a história iniciada no segundo grau seja continuada. E é insistente. Persistente.
Atordoada e atabalhoadamente, esta “novamente-amor-adolescente” – após muitos conflitos emocionais e sentimentais – desfaz seu compromisso e entrega-se à PROMESSA de uma vida com passado, presente e FUTURO (Kairós).
Casamento. Igreja. Terreno. Planta da casa. Previsões. Planos.
Aniversário. Cobrança. Pronto!
Início do fim.
Depressão. Afastamento.
Choro.
E tudo cai por terra. Após três meses (Chronos) do mais puro e sincero amor.
(“Acho que o problema é esse: Voçê me conhece demais”)
Os amigos não entenderam.
O homem não se entende.
Ela, muito menos.
Destino aceito. PONTO."
E no final das contas, a Elaina que estava certa. Foi a única a dizer: “Não faça isso que você vai se arrepender”.
Mas talvez só faltasse mesmo isso: O PONTO FINAL.
Ei-lo: (.)
Espero poder voltar a velejar por mares já dantes navegados. Um dia. Quem sabe?! Será?!
Seize the day!
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