quarta-feira, 24 de maio de 2006

Um dia gris.

Dia pesaroso hoje. Choro incontrolável sem motivo aparente. Triste. Melancólica...

Não mais quero tal sentimento. Basta!

Sou amada e feliz.

Que melancolia Clariciana é esta? "Por que me perturbas, amiga? Sou parte em alma tua. Me inspire, não me afete."

Quiçá não és tu quem me ronda. Talvez outro mais atróz. Fábrica de sentimentos torpes, pesando sobre meus ombros. Vá! Quem quer que seja. Deixa-me, pobre de ti. Sou eu por mim e te afasto, sentimento torto que me abate. Sou forte e te repudio.

Quero velas-de-anjo-da-guarda, quero rezas-de-coração-de-mãe. Sou protegida e iluminada, e não receptáculo de sombras. Sou sensível, porém não fraca.

Tenho fé nAquele que Cria e desprezo o que destrói. Sou amor e vitória. Sou futuro e bênçãos. Sou "a" e não "uma das".

A luz me protege, sou anjo na alma. Sou matéria intelectual. Sou vida. Aprendizado.

Sou amor.